COMISSÃO DE FRENTE DA SOCIEDADE ROSAS DE OURO REALIZA AUDIÇÃO DIA 24/07 PARA HOMENS, ACIMA DE 18 ANOS

21 07 2019

COMISSÃO DE FRENTE DA SOCIEDADE ROSAS DE OURO REALIZA AUDIÇÃO DIA 24/07 PARA HOMENS, ACIMA DE 18 ANOS

Para quem tem o sonho de participar de uma comissão de frente e abrir o desfile de carnaval de uma agremiação poderá ter a chance na próxima semana, na Sociedade Rosas de Ouro, tradicional escola de samba do Carnaval de São Paulo que conquistou o terceiro lugar no grupo de elite neste ano.

Na próxima quarta-feira, dia 24 de julho, a partir das 20h30, a coreógrafa da Comissão de Frente Jóia Rara, Helena Figueira, vai realizar audição para compor o novo elenco do carnaval 2020, “Tempos Modernos”, apresentado no dia 14 de julho, que será desenvolvido pelo carnavalesco André Machado e pela comissão de carnaval.

Os testes serão apenas para meninos, com mais de 18 anos, com aptidões e facilidade para dança e, claro, para ensaios. “É muito importante o comprometimento com os ensaios pois quando chega próximo ao carnaval nossos encontros intensificam muito com ensaios na quadra, técnicos específicos no Anhembi e os técnicos gerais”, explica a coreógrafa Helena que segue para seu segundo ano consecutivo a frente da Jóia Rara com nota máxima todos os anos.

Não é necessário se inscrever. Basta comparecer na rua Euclides Machado, 1066, Freguesia do Ó, dia 24, às 20h30.

Assessoria de imprensa Sociedade Rosas de Ouro

Lara Schulze

FOTOS Felipe Araújo/ LigaSP

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Sinopse – “AXÉ – EXPRESSÃO DE UMA RAÇA” – Unidos de Manguinhos 2020

20 07 2019

Unidos de Manguinhos
Carnaval 2020
Presidente: Carlos Alberto Costa
Carnavalesco: Diangelo Fernandes

“AXÉ – EXPRESSÃO DE UMA RAÇA”

SINOPSE
A manifestação é total, nunca se sentiu coisa igual, nessa festa de encantos que a GRES Unidos de Manguinhos vem mostrar, nos autos de suas crenças; O enredo que a gente canta é a história que o povo negro traz; É o canto que os males espanta com os espíritos de paz. Com grande resposta a todo sofrimento e do jeito que a gente gosta, vamos cantar e dançar sob a luz do Carnaval, e nos seus 55 anos de existência e resistência, a Unidos de Manguinhos sendo urna guardiã da cultura e das heranças afro-brasileiras – pede agô a todas as forças do céu, da terra e da vida para exaltar o maior fundamento de sua existência: “Axé! Expressão de uma raça.”

“Axé”, é “energia”, “poder”, “força” e “fé”… Uma saudação, um cumprimento através do qual se desejam, ao próximo, coisas boas, vibração e ânimo.

Mesmo fazendo-se uso da escrita, a oralidade não pode ser abandonada, uma vez que o axé também é transmitido através da palavra; portanto, os ensinamentos nas casas de candomblé e outras religiões afro-brasileiras é imprescindível. A palavra “Axé” tem força dinâmica: dependendo do momento em que for pronunciada, a palavra pode ter a sua força sagrada ampliada.

Mas, o Axé ainda pode significar a própria casa de Candomblé em toda a sua plenitude. Daí, uma Yalorixá também ser chamada de Yalaxé(Iyálàse), ou seja, “Mãe do Axé” ou a pessoa responsável pelo zelo do Axé ou força da casa de Orixá. Axé também pode significar “Vida”. E tudo que tem vida tem origem. Chamar a vida é chamar o Axé e as origens. “Axé” Força sagrada dos orixás, sobrenatural e místico que se revigoram, com as oferendas e sacrifícios ritualísticos…

“Axé” conjunto de pedras, objetos metálicos, quartinhas de barro, plantas etc., no peji do candomblé ou nas imediações do barracão do terreiro, onde repousa essa força, empregada para sacramentar certas frases ditas entre o povo de santo, como por exemplo: Eu digo: – “Eu estou muito bem.” Outro responde: -“Axé!” Esse “axé” aí dito equivaleria ao “Amém” do Catolicismo (“que Deus permita”). – Os Orixás são Axé e Vida.

Buscando nas raízes mais profundas da palavra a simbologia de gratidão. Foi em um grande festejo em sua homenagem que Xangô bradou em alto e bom som “Axé”. Sob o coro de seus súditos e a liderança de Exu onde faziam uma linda dança tribal; Sentido divino da linhagem dos mais puros sentimentos, com a importante missão de propagar-se através dos tempos sua gratidão através do som da palavra “Axé”…

Axé é tudo, e tudo é axé”. Eis o princípio da vida. Força que emana de tudo que tem é vivo. Poder, magia, dom. As mãos que abençoam têm axé. A palavra proferida tem axé. Os saberes e sabores do terreiro têm axé. Energia que se dá e se recebe, que se ganha e se perde, que se acumula e se dissipa. Axé é vida.

Gestos, olhares e palavras que abençoam o transmitem. Saudação para quem chega e para quem vai. Gratidão, súplica e desejo. Axé expressa alegria, regozijo, prazer. Dos alimentos sagrados, as partes ofertadas aos orixás são chamadas de axés. Sinônimo de sabedoria e

dignidade, é a fonte da autoridade dos mais velhos, poder que se expressa nas figuras emblemáticas de pais e mães de santo, na nobreza das casas mais tradicionais e antigas.

A palavra se popularizou, virou sinônimo de gênero musical baiano, mas bem antes disso estava presente na MPB, nas festas populares e carnavais, no cotidiano da gente da Bahia e do Brasil. Contudo, em verdade, o axé define a energia essencial que move todos os seres e todas as coisas que existem na natureza. No candomblé, é a força que realiza, o poder de criar e transformar as coisas. É justamente o que dá movimento à vida e, ao ser renovado, permite a permanência, a perpetuação de tudo.

Em termos práticos, além de ser a força sagrada de cada orixá, axé também designa o conjunto de objetos e materiais indispensáveis ao culto, bem como as pedras, árvores, comidas, ferramentas e adereços de cada divindade e de seus respectivos assentamentos. Essa força é revigorada por meio de rituais, oferendas e sacrifícios. Está no sangue, na seiva das folhas, nos pós das sementes e frutos.

Isso prova que a relação entre os terreiros de candomblé e as manifestações da cultura popular baiana e afro-brasileira em geral (como maracatus e escolas de samba) vem de longa data e sempre mantiveram o respeito à religiosidade e à ancestralidade africana. Nem afoxés, nem maracatus, nem escolas de samba saem às ruas pra brincar o carnaval sem que sejam cumpridas as obrigações com os orixás.

Em qualquer terreiro seja de santo ou de manifestação cultural, o axé é o conteúdo mais valioso, tanto que cada local tem um “plantado”, ou seja, um conjunto de elementos sagrados em uma coluna central, ainda que simbólica, e representa a pedra fundamental, o alicerce e a base de tudo.

Desse fundamento emana a força que assegura a existência dinâmica da comunidade e a partir dele as possibilidades se concretizam. Uma vez plantado, esse axé passa a ser transmitido a tudo e a todos que compõem o terreiro. É força que se planta, cultiva e amplia.

Toda forma de transmissão de conhecimento e ensinamentos dos terreiros, por mais que se tente negar, marca profundamente a cultura e o povo em sua volta. Reside um grande legado de valores e costumes preservados, das palavras que modificaram a estrutura de toda comunidade.

E no seu terreiro de samba a Unidos de Manguinhos transforma a realidade dos seus seguidores, com projetos de cunho sociais, entre eles na dança, nas artes plásticas, no esporte e no lazer; Mudando assim os hábitos de sua comunidade, com posturas e muito AXÉ!!!

Que rufem os tambores… Com alma, com raça, com vibração, para que seja sentida por cada coração a força do nosso AXÉ!

“Muito boa sorte e muito AXÉ“

>>>>>>>>>>>>>“AXÉ MANGUINHOS”<<<<<<<<<<<<<<





O studio Joyce Gonçalves, começou as atividades a 5 anos.

19 07 2019

O studio Joyce Gonçalves, começou as atividades a 5 anos.

Perguntamos de onde vem tanta vontade de aprender e tanta dedicação e esses foram os relatos da linda empresária.

Desde nova, sempre corri atrás dos meus objetivos, e o salão foi um deles, um sonho realizado. No começo, eu fazia apenas o básico para as clientes, uma escova aqui, um alisamento ali, mas fui me especializando e
hoje posso oferecer serviços diferenciados, como todos os tipos de tratamentos, todos os tipos de alisamentos, mechas, maquiagens, estética, unha e etc…
Tenho muitos serviços aqui no Studio, o mais procurado aqui é um cronograma capilar, pois são tratamentos com finalização e ainda tem alguns brindes para as clientes.
E esse cronograma foi um dos serviços que me ajudou superar a crise que atingiu o país.
Eu sempre busco conhecimento, para que a cada dia eu possa oferecer mais serviços aos meus clientes e sempre deixá-los satisfeitos.
E além do Studio, eu também venho buscando esse mundo do YouTube e da influência digital, onde venho tendo a procura de novas parcerias, através do meu Instagram @joycegoncalves.l E Também Posso mostrar meus serviços e oferecê-los por lá.
Sou apaixonada por tudo que faço e sempre busco fazer com o máximo de dedicação”
A Digital Influencer e Cabeleira Joyce Gonçalves, brilha no concorrido ramo de estética.
A bela empresária, moradora de Queimados, encontrou uma forma driblar a crise e se destacar dentre tanta concorrência, a jovem usou não só sua beleza mas como o seu talento, para se destacar no cénario. Dona de uma beleza única, Joyce, é responsavél por deixar linda e confiante diversas mulheres, mães e jovens do município de Queimados e municípios vizinhos.





Blogueira Nanda Marques posa sensual contra o machismo no trânsito: “Sei trocar pneu e tudo”

19 07 2019

Blogueira Nanda Marques posa sensual contra o machismo no trânsito: “Sei trocar pneu e tudo”
A ruiva protagonizou uma sessão de fotos ao lado de um carrão

Provavelmente você já ouviu aquele ditado que diz: “mulher no volante, perigo constante”. Triste é que muita gente acredita realmente nisto. Nanda Marques odeia preconceitos e diz não ter medo do machismo.

“Nós, mulheres, dirigimos muito melhor. Dificilmente, você vê acidentes envolvendo motoristas mulheres. Também não tenho medo de enfrentar o machismo no trânsito, nem no dia a dia”, disse a blogueira, que protagonizou um ensaio sensual junto com um carrão.

Aliás, a influencer troca pneu e entende até um pouco de mecânica automotiva.

“Sei trocar pneu e tudo. Bobagem, isso. Não preciso de ajuda de homem não. Quando saio com algum amigo, e dá um defeito no carro, vou olhar. Eles ficam logo receosos. Nós mulheres podemos tudo”, afirma a gata.
Fotos Marcos Mello / vhassessoria
Vanessa haddad





NESTE SÁBADO/20 TEM MC DUDUZINHO EM NOVA IGUAÇU E VÁRIOS DJS DO FUNK

19 07 2019

DUDUZINHO AGITA NOVA IGUAÇU

Na Quadra Da Leão De Iguaçu

Dia 20 (Sábado) – A Partir Da 15 Horas

Neste sábado, a escola de samba Leão de Iguaçu vai abrir suas portas para um festival de funk, o MC Duduzinho é a principal atração. Também se apresentarão os DJs mais badalados do cenário carioca e nacional do segmento como: DJ Zebrinha Do Pistinha, DJ Sexy Love, DJ WS, DJ PT da Torre, entre muitos outros.

Duduzinho, um dos mais queridos funkeiros do país, recém-chegado de uma turnê durante o mês de junho pela Europa, se apresentou na Itália, Suíça, França, Portugal e Espanha.j

Lançou no início deste mês seu novo single, “Ela É Tão Boa”, com a participação da MC Rebecca. A música já é sucesso em todas as redes sociais e em todas as plataformas digitais.

Dudu celebra sua nova fase com agenda lotada, mais de 20 shows por mês, – e vem com muitas novidades pela frente: “Estamos preparando novidades. Eu tive um tempo para entender meu lugar dentro do cenário artístico e os fãs, posicionamento. Quero poder fazer o melhor para contribuir, fazer diferença com a música e como pessoa”. Conta o artista.

De casa nova, a Feliz Produções, que administra a carreira do cantor, ele sonhava em ser jogador de futebol, mas uma complicação no joelho pôs fim em sua carreira. Um ano depois conheceu um amigo do meio musical que o chamou para cantar e não parou mais.

Foi na Penha, zona norte do Rio, que tudo começou. Estourou com “Normal Mamãe Passou Açucar Em Mim”, apenas o início de uma grande sequencia de hits tocados no Brasil e fora dele. Entre estes sucessos, o single ”Paradinha”, depois ”O Mundo é Nosso”, com videoclipe com a participação da atriz Erika Januza.

“A canção “O Mundo É Nosso” foi um dos meus mais prazerosos trabalhos. No clipe eu saía pedalando minha “bicicleta literária” distribuindo livros pras crianças. Uma forma de chamar atenção para o que deveria ser mais fomentado e trabalhado no dia a dia do estudante, desde o início da alfabetização, a leitura, pois ela edifica, transforma”. Diz Dudu.

Ainda falando de sucessos, em 2016 o single ”Chiclete” outro grande movimento nas redes sociais, plataformas digitais e com direito a clipe, onde contracenou com a atriz Priscila Uba. A direção foi da toda poderosa, Anitta.

Em “Ela É Tão Boa”, com os versos, “Preta, o que você tem, que me deixa tão bem” traz a participação de uma das mais badaladas mulheres do funk, a empoderada MC Rebecca. A já promessa de hit foi planejada para falar de amor, de fidelidade, mas de uma forma muito descolada e com muito suingue. Uma junção do funk pop, com o balanço. A composição, produção e arranjo são de Humberto Tavares e de outros parceiros envolvidos.

No Leão de Iguaçu, Duduzinho cantará todos os hits citados acima, além de muitos outros sucessos.

As portas serão abertas a partir das 15 horas e esse festival de funk só acaba no outro dia. Dudu se apresentará às 22 horas. Menores de idade não entram. Ingressos no local.

SERVIÇO:

– MC DUDUZINHO

– Os DJS: – DJ Dalin, – DJ Sexy Love, – DJ PT da Torre, – DJ Zebrinha do Pistinha, – DJ LC Mix, – DJ Thales, – DJ WS

Data: – Sábado/20 de Julho

Horário: – A partir Das 15 horas

Local: – Quadra Da Leão De Iguaçu – (Rua Mário José De Fraga, 41 – Santa Efigênia – Nova Iguaçu)

Valores: – Feminino – R$10 / Masculino – R$20

Vendas: – No Local

F. Etária: – 18 anos

Info: – (21) 97683-2485

Ricardo Araújo





CINEMA LATINO| FESTIVAL ABRE QUARTA(24)| 148 FILMES DE 16 PAÍSES

19 07 2019

14º FESTIVAL DE CINEMA LATINO-AMERICANO DE SÃO PAULO

EVENTO DESTACA 148 FILMES DE 16 PAÍSES DA AMÉRICA-LATINA E CARIBE

*** edição com maior número de títulos exibidos

*** evento acontece de 24 a 31/07

*** “Fakir”, longa inédito dirigido por Helena Ignez, abre o festival

*** as cineastas Tata Amaral e Cláudia Priscilla são homenageadas

*** atriz brasileira Léa Garcia e o ator chileno Patricio Contreras também serão homenageados

*** entre as atividades está o projeto Cinema da Vela

A 14ª edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo acontece de 24 a 31 de julho e exibe um total de 148 títulos de 16 países, maior marca do evento. A programação reúne os destaques da produção mais recente feita na América Latina e no Caribe, incluindo vários títulos inéditos no Brasil.

Inédito no Brasil, “Fakir”, dirigido por Helena Ignez, uma das principais personalidades do cinema brasileiro, abre o festival. O longa retrata o sucesso do faquirismo no Brasil, América Latina e França. A sessão, aberta ao público, acontece em 24 de julho, quarta-feira, às 20h30, no Auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina.

A Sessão Contemporâneos traz produções recentes e inéditas no país, longas brasileiros em première mundial e a terceira edição do “Foco Chile. Serão exibidos filmes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Uruguai e Venezuela. Entre os destaques estão: “A música das esferas” de Marcel Beltrán, “Eu impossível” de Patricia Ortega, “Pornô para iniciantes” de Carlos Ameglio, “Menina Errante” de Rubén Mendoza, “Os aventureiros” de Tana Schembori e Juan Carlos M, “Eu menina” de Natural Arpajou, “3-1= 2 Rodando” de José Alcazar, “Asfixia” de Kenya Márquez, “O Guru” de Rory Barrientos Lamas e “Cuecas Rasgadas” de Arnaldo Valsecchi.

Já entre os brasileiros, o festival promove a première Mundial dos seguintes longas “Eldorado, Mengele vivo ou morto?” de Marcelo Felipe Sampaio, “Fakir de Helena Ignez (filme de abertura) e “Ensaio sobre o fracasso” de Cristiano Burlan; e a première nacional do “No coração do mundo” de Maurilio Martins e Gabriel Martins.

HOMENAGEADOS

As cineastas Tata Amaral, Cláudia Priscilla, a atriz Léa Garcia e o ator chileno Patrício Contreras são os grandes homenageados desta edição. O festival vai exibir os mais marcantes trabalhos de suas carreiras, incluindo o clássico “Compasso de Espera”, estrelado por Léa Garcia.

Raro filme dirigido pelo diretor teatral Antunes Filho, “Compasso de Espera” será a atração de encerramento do Festival, que acontece em 31/07, às 20h30, no Cinesesc. A obra, de 1973, traz no enredo as várias lutas contra o preconceito racial enfrentadas por um típico herói brasileiro que combate no dia a dia os resquícios deixados por uma sociedade escravocratas. No elenco se destacam ainda Antônio Pitanga, Stênio Garcia, Renée de Vielmond e Zózimo Bulbul.

Um encontro inédito reúne as três personalidades homenageadas desta edição do Festival. A Mesa “Mulheres do Cinema” promove um bate-papo entre a atriz Léa Garcia e as diretoras Tata Amaral e Claudia Priscila com mediação da cineasta Marina Person. O evento acontece às 14h30 no dia 31/07 no CCSP (Centro Cultural São Paulo).

SESSÕES ESPECIAIS, DEBATES, ENCONTROS E OFICINAS

Diversas atividades que envolvem debates, encontros, oficinas e sessões especiais, abertas ao público, mediante inscrição prévia no site do Festival, estão na programação do 14º Festival de Cinema Latino Americano.

No dia 25/07, no CCSP (Centro Cultural São Paulo), acontece o encontro “Jean-Claude Bernardet por Kiko Goifman e Cristiano Burlan”. A montadora Vânia Debs e os diretores Goifman e Burlan conversam sobre a obra do pensador Bernardet às 19h.

A diretora, produtora e roteirista argentina, Natural Arpajou, ministra a oficina “Realização Audiovisual”, em 27/07, sábado, a partir das 10h30, na Biblioteca Latino-Americana do Memorial da América Latina. A oficina busca partilhar ferramentas, recursos e experiência para escrever um roteiro profissional, sempre sob a perspectiva do autor.

A produtora, gestora cultural, programadora e diretora fundadora da Storyboard Media, Gabriela Sandoval, conversa com o público sobre “Os Caminhos Atuais do Pensar Festivais AudioVisuais”, no dia 27/07, sábado, às 15h, na Spcine Paulo Emílio no CCSP.

Patrício Contreras, ator chileno e um dos homenageado do festival deste ano, ministra a oficina “Atuação para Audiovisual” em 30/07, terça-feira, a partir das 10h30, na Biblioteca Latino-Americana do Memorial da América Latina.

Ainda no dia 30 de julho, às 16h, na Biblioteca Mário de Andrade, acontece a mesa de debate “Circuitos Tradicionais e Alternativos de Difusão | Distribuidores, Players e Salas de Cinema” com Jimmy Leroy, diretor criativo da Viacom Networks, Henry Galsky, Canal Brasil , Agustina Lumi, diretora de Cine.ar – Incaa, Argentina, Laís Bodanzky, presidente da Spcine, e Igor Kupstas, O2 Play, com a mediação de Francisco César Filho, diretor e curador do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo.

Também no dia 30, na Biblioteca Mário de Andrade, às 18h, ocorre o “Encontro com Cineastas e Produtores”. Nele estarão presentes Luciana Calcagno, curadora, produtora e distribuidora da empresa CineTren (Argentina) e Gabriela Sandoval, criadora dos festivais de cinema SANFIC e AMOR Festival LGBT+ e diretora da Storyboard Media.

A programação destaca ainda o tradicional “Cinema da Vela”, que acontece no dia 30/07, às 19h30 no CineSesc. Sob o tema ‘Cinema Visceral’ estarão reunidos o diretor brasileiro Marcelo Felipe Sampaio e o roteirista Fernando Bonassi, ambos do longa-metragem “Eldorado, Mengele Vivo ou Morto? ”, com mediação da jornalista Ana Paula Sousa.

Para finalizar as atividades Paralelas, em 31/07, quarta-feira, às 11h, no CCSP, o festival promove um encontro que discute a formação audiovisual na região latino-americana. Estarão reunidos o mexicano Raúl López Echeverría, o cubano Marcel Beltrán e a brasileira Maria Dora Mourão, com mediação de Eduardo Santos Mendes.

Pela primeira vez, o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, oferece ao público de todo o Brasil a oportunidade de assistir, gratuitamente, a filmes do evento à distância, através do serviço de streaming da Spcine, o Spcine Play. A programação online faz uma Homenagem Virtual a Cristiano Burlan, com uma seleção de seis de seus films por 90 dias: “Hamlet”, “Sinfonia de 1 Homem Só”, “Mataram meu Irmão”, “Antes do Fim”, “Elegia de um Crime” e “Fome”, . Além disso, a Spcine Play coloca no ar, por 30 dias, quatro filmes latino-americanos: “Eu Menina” (Argentina), “3-1=2 Rodando” (Paraguai) e os equatorianos “Um Segredo na Caixa” e “Quixotes Negros”.

O Festival de Cinema Latino-Americano ainda traz na programação a competição Mostra Escolas de Cinema Ciba-Cilect e filmes do DocTV Latinoamérica, primeiro programa de fomento à produção e teledifusão do documentário latino-americano, realizados em parceria entre produtores independentes e emissoras públicas de televisão.

As atividades acontecem no Cinesesc, Memorial da América Latina (Auditório Simón Bolívar e Auditório da Biblioteca Latino-Americana), nas salas do Circuito Spcine (Spcine Olido e Spcine Paulo Emílio, no Centro Cultural São Paulo), Auditório Rubens Borba de Moraes da Biblioteca Mário de Andrade e Sala Umuarama do Instituto CPFL (Campinas, SP). A programação tem entrada gratuita ou preços acessíveis (R$5 a R$12).

Com curadoria e direção assinadas por Jurandir Müller e Francisco Cesar Filho, o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Fundação Memorial da América Latina, Paleo TV e Associação do Audiovisual. Conta com patrocínio da Spcine, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e CPFL e são seus co-realizadores o Instituto CPFL e o Sesc.

O evento conta com apoio dos consulados paulistas da Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai e Uruguai.

Mais informações podem ser acessadas no website do festival http://www.festlatinosp.com.br/ e na fanpage oficial do evento: facebook.com/festlatinosp

SERVIÇO

14º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo

24 a 31 de julho de 2019
http://www.festlatinosp.com.br/
https://www.facebook.com/festlatinosp

Locais: Cinesesc, Memorial da América Latina (Auditório Simón Bolívar e Auditório da Biblioteca Latino-Americana), Circuito Spcine (Spcine Olido e Spcine Paulo Emilio, no Centro Cultural São Paulo – CCSP), Auditório Rubens Borba de Moraes da Biblioteca Mário de Andrade e Sala Umuarama do Instituto CPFL (Campinas, SP).

Veja os filmes programados para o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo 2019:

CONTEMPORÂNEOS:

3-1=2 Rodando, de José Eduardo Alcázar (Paraguai)

A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla (Brasil)

A Música das Esferas (La Música de las Esferas), de Marcel Beltrán (Cuba)

A Rainha Nzinga Chegou, de Júnia Torres e Isabel Casimira (Brasil/Angola)

Asfixia, de Kenya Márquez (México)

Copo Vazio, de Dellani Lima (Brasil)

Eldorado, Mengele Vivo ou Morto? de Marcelo Felipe Sampaio (Brasil)

Ensaio sobre o Fracasso, de Cristiano Burlan (Brasil)

Eu, Impossível (Yo, Imposible), de Patricia Ortega (Colômbia/Venezuela)

Eu Menina (Yo Niña), de Natural Arpajou (Argentina)

Fakir, de Helena Ignez (Brasil)

Menina Errante (Niña Errante), de Rubén Mendoza (Colômbia)

No Coração do Mundo, de Maurílio Martins e Gabriel Martins (Brasil)

Os Aventureiros (Los Buscadores), de Juan Carlos Maneglia e Tana Schémbori (Paraguai)

Platamama, de Alice Riff (Brasil)

Pornô para Iniciantes (Porno para Principiantes), de Carlos Ameglio (Uruguai/Argentina/Brasil)

Selvagem, de Diego da Costa (Brasil)

CONTEMPORÂNEOS | FOCO CHILE:

A Mulher de Lama (La Mujer de Barro), de Sergio Castro San Martín (2015)

Iglu (Iglú), de Diego Ruiz (2013)

O Guru (El Guru), de Rory Barrientos Lamas (2019)

O Pacto de Adriana (El Pacto de Adriana), de Lissette Orozco (2017)

HOMENAGEM CLAUDIA PRISCILLA:

A Destruição de Bernardet, de Claudia Priscilla e Pedro Marques (2016)

Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (2018)

Leite e Ferro, de Claudia Priscilla (2010)

Olhe para Mim de novo, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman (2010)

Phedra, de Claudia Priscilla (2008)

Sexo e Claustro, de Claudia Priscilla (2005)

Vestido de Laerte, de Claudia Priscilla e Pedro Marques (2013)

HOMENAGEM LÉA GARCIA:

Compasso de Espera, de Antunes Filho (1973)

Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo (2005)

Ganga Zumba, de Carlos Diegues (1964)

Orfeu Negro, de Marcel Camus (Brasil/França/Itália) (1959)

Sudoeste, de Eduardo Nunes (2012)

HOMENAGEM PATRICIO CONTRERAS:

A Fronteira (La Frontera), de Ricardo Larraín (Chile/Espanha) (1991)

A Paixão de Michelangelo (La Pasión de Michelangelo), de Esteban Larraín (Chile/França/Argentina/Alemanha) (2013)

Cachimba, de Silvio Caiozzi (Chile/Argentina/Espanha) (2004)

Cuecas Rasgadas (Calzones Rotos), de Arnaldo Valsecchi (Chile/Argentina) (2018)

HOMENAGEM TATA AMARAL:

Antônia (2006)

Através da Janela (2000)

Hoje (2013)

O Rei do Carimã (2009)

Sequestro Relâmpago (2018)

Trago Comigo (2016)

Um Céu de Estrelas (1997)

História Familiar (1988)

Viver a Vida (1991)

HOMENAGEM VIRTUAL CRISTIANO BURLAN

Antes do Fim (2017)

Fome (2015)

Hamlet (2014)

Mataram Meu Irmão (2014)

Sinfonia de Um Homem Só (2012)

Elegia de um crime (2018)

Direção: Cristiano Burlan

MOSTRA JEAN-CLAUDE BERNARDET POR KIKO GOIFMAN E CRISTIANO BURLAN

Antes do Fim (2017)

FilmeFobia (2008)

MOSTRA DOCTV LATINOAMERICA

78 Revoluções de Marcel Keoroglian, Germán Tejeira (Uruguai)

A Afinação do Diabo de Juan Carlos Lucas (Paraguai)

A Rosa e o Espinho de Serguei Svoboda Verdaguer (Cuba)

Até o Fim do Delfín de Fernando Mieles (Equador)

Cartas de Amor para uma Ícone de Gisela Rosario Ramos (Porto Rico)

Com Poesia de Felipon Díaz Cifuentes (Guatemala)

Isabel, a Criolla de Marcel Czombos (Argentina)

Os Netos do Jazz de Lucho Araújo e Roberto Latorre (Panamá)

Mulher, a Vida Vai Embora, Companheira de Mariana X. Rivera García (México)

No Gargalo do Samba de Águeda Amaral (Brasil)

No Murmúrio do Vento de Nina Wara Carrasco (Bolivia)

Queremos Tanto o Bruno de Ernesto Jara (Costa Rica))

Recompor de Patricia Ayala Ruiz (Colômbia)

Um Pedaço de Azul de Florence Jaugey (Nicaragua)

MOSTRA ESCOLAS CIBA-CILECT

A Herança do Vento de Alejandra Retana, César Camacho, César Hernández

(México / Universidade de Guadalajara)

A Filha Indigna de Abril Victoria Dores (Argentina / Enerc)

A Melhor Amiga de Andrey Moritz (Brasil / ECA-USP)

A Viagem de Jarana de Ezequiel Reyes Retana (México / CCC)

Apneia de Inés Puente Iturralde (Argentina / Enerc)

Até que Chegue o Amanhecer de: Aarón Acuña (Costa Rica / Veritas)

Aurora de Enzo Melgarejo, Juan Pablo Labonia, Tomas Kogan (Argentina / UBA)

Carne de Semeadura de Christian Rios López (Colômbia / ECYTV)

Chocóbida de Diego Fonseca e Gabriela Castell (Colômbia / ECYTV)

Cinco Minutos For a de Constanza Gatti (Argentina / Ucine)

Como Segurar uma Nuvem no Chão de Marco Aurélio Gal (Brasil / AIC)

Concreto Cinza Abstrato de Henrique Grise (Brasil /Faap)

Conspiración de Johana Jaramillo (Colômbia / ECYTV)

Coração Couraça de Belén Ballesteros (Uruguai / ECU)

Cruz de Andrea Rosales (México / UIA)

Dançar à Guerra de Caroline Hada, Thales Pessoa (Argentina / UBA)

Desprender de Zafiro Ortega (Equador / Incine)

Dois Disparos de Virginia Tognola (Argentina / Ucine)

Filho da Lua de Matheus Maltempi (Brasil / Unicamp)

Giros de Matías Canzani (Uruguai / ECU)

Humano de Korwin Quiñonez (Equador / Incine)

Laura e o Vento de Natali Montell (México / Unam-Cuec)

Lé com Cré de : Cassandra Reis (Brasil / ECA)

Macao de Otávio Almeida (Cuba / EICTV)

Magalhães de Lucas Lazarini (Brasil / Unicamp)

Miguel e os Pássaros de Malena Vain (Argentina / Ucine)

Nascido para Perder de Gustavo Hernández de Anda (México / Unam-Cuec)

O que Perdi no Fogo de Sofía Ferraro (Argentina / UBA)

O Taciturno de Ignacio Revello (Uruguai / ECU)

O Último Romântico de Natalia García Agraz (México / CCC)

Os Tempos de Antes de Metzli Paulina Ibarra e Karla Lomax (México / Universidade de Guadalajara)

Presa de Letícia Kamiguchi (Brasil / ECA-USP)

Quando os Porcos Voarem de Leonardo Montenegro (Equador / Incine)

Roda Viva Roda Brasil de Isabella Ricchiero (Brasil / Unicamp)

Space Invaders de Diogo D’Melo (Brasil / UFJF)

Suicidrag de Andrea Pérez Su, Arturo Campos Nieto Rangel (México / Unam-Cuec)

Terra Alheia de Valeria Brenes (Costa Rica / Veritas)

Teses sobre um Suicídio de Ramiro Pérez Ríos (Argentina / Enerc)

Vidas Inventadas de Amélia Aragão de Luiza Quental (Brasil / PUC-RJ)

Videotape de Sandra Concepción Reynoso Estrada (México / CCC)


Alessandra Lima
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Mocidade Independente – Ordem de Desfile

19 07 2019

Mocidade comemora ordem de desfile e explica troca com a Beija-Flor

A Mocidade Independente de Padre Miguel será a 5ª escola a desfilar na segunda-feira de carnaval em 2020. No próximo dia 24 de fevereiro, a verde e branca da Zona Oeste entrará na Avenida com o enredo ‘’Elza Deusa Soares’’, que está sendo desenvolvido pelo carnavalesco Jack Vasconcelos. O presidente da escola, Flávio Santos, participou pela primeira vez do sorteio e teve a ‘’mão quente’’ ao tirar a bolinha que deu a Mocidade o direito de se apresentar no cobiçado segundo dia de desfile.

– Acho que foi perfeito! Era o dia que queríamos e o lado da concentração. Inicialmente fomos sorteados como última escola, mas felizmente conseguimos uma troca com a Beija-Flor. Há dois anos estamos encerrando o dia de desfile e isso acaba expondo o componente ao cansaço excessivo quando há atrasos por algum problema, como ocorreu. Além disso, o mais importante: nossa logística de concentração é voltada aos Correios. Teríamos que fazer muitas adaptações no projeto que já está sendo desenvolvido, mudar pontos de apoio importantes, detalhes que muitas vezes as próprias pessoas de dentro do carnaval não se dão conta. Existe uma tradição da Mocidade. O componente gosta de concentrar nesse lado, e por isso não hesitamos em trocar. A ordem é excelente – explicou Flávio Santos.

A escola segue se preparando para o Carnaval 2020. No próximo dia 27 de julho, a partir das 14h, na quadra da Avenida Brasil, receberá a inscrição dos sambas concorrentes. A apresentação das obras acontece no dia 04 de agosto, e a grande final está marcada para 14 de setembro.

Foto: Eduardo Hollanda

Rodrigo Coutinho
Assessor de Imprensa
Elloo Comunicação Integrada